Sapecada 2017

17ª Sapecada da Serra Catarinense
dia 11 de junho de 2017

25ª Sapecada da Canção Nativa
dia 12 de junho de 2017 (Classificatória)
dia 13 de junho de 2017 (Final)

Resultado da 17ª Sapecada da Serra Catarinense

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25ª Sapecada da Canção Nativa

# 5
PEALAÇÃO Ritmo: VANEIRA

PEALAÇÃO

(VANEIRA)

PEALAÇÃO

 

Tirão que lindo, apura o passo, puxa a cola;

Canto de argola, mordiscando nos garrão;

Vira da cara, na descorneada se ajeita

E a baba enfeita riscando rastros no chão.

 

Mangueirão grande, pro pealo bem despachado;

Couro riscado, de laço no tirador;

Eco da queda, da pança da terneirada;

Coqueiro afiada junto a mão do castrador.

 

Cerros de lenha, com fogo avermelha o ferro,

Não tem de berro, que a estância se vê na marca,

Uns assinalam, mas a cola sempre apara,

Tapeia a cara, boi levanta, corre a tarca...

 

Os de bigode, se melam “nas canha doce”,

Sempre o que trouxe se gaba do preparado;

Correndo pealo, “os mais perito” dão o tombo,

Tem sobre lombo, cucharrão e reborquiado.

 

Topo de serra, deixa que o frio, coisa osca,

Cuide das mosca e não desconte a gauchada,

Pra mais adiante mirar a tropa gordacha,

Sobrando graxa nos pastiçal da invernada.

 

A pealação é o ritual pr’este meu povo,

Nem mundo novo, nem bravata faz estouro,

Reunião de amigos, pealadores, bem serranos,

Que todos anos, desmancham cismas de touros.

AUTOR(ES) DA LETRA DE:

RAFAEL DE OLIVEIRA FERREIRA
Vacaria, RS

AUTOR(ES) DA MÚSICA DE:

MAICON FERNANDES DE OLIVEIRA
Lages, SC

FICHA DE PALCO

MARLUS PEREIRA - VIOLÃO E VOCAL
JOÃO GABRIEL ROSA - VIOLÃO
ALEX HAR - PERCUSSÃO E VOCAL
ITA CUNHA - INTÉRPRETE
GABRIEL MACULAN - GAITA
MARCELO HOLMOS - PERCUSSÃO E VOCAL
LEONARDO BORGES - PERCUSSÃO
DANIEL SILVA - CONTABAIXO E VOCAL
# 4
CAMINITO DEL LEÑERO Ritmo: CHIMARRITA

CAMINITO DEL LEÑERO

(CHIMARRITA)

Caminito Del leñero

Cuantas astillas, o tronco entero

Me hás bolcado...

Cuantas veses me hás parado

Por tu propia desicion.

Pero sigo, hacha y hacha

Que hace falta, leña buena pa´l fogón

 

Llora, llora, ruedita de carretilla

Que el sol que brilla...

Duerme junto a mi sombrero

Caminito Del leñero

Tiene su ciência y sus trampas

Dia de sol, duros torrones

Cuando llueve,tranca y tranca

 

Caminito Del leñero

Hasta un nidito de tero

Tuviste cerquita un dia...

Y en cada viaje que hacia

Queria ganarme el cuero

Entretenido al pucho negro

Era un fino en cada vuelo

Dando gritos, (Terú-Terú)

 

Cuantas veses yá pase

Si cuento, me perdere

Ya fueron muchos carreros

Ya lo hice un dia entero

Junto al invierno machazo

Yo era hacha, astilla...astilla

Dele y dele... brazo y brazo

 

Caminito Del leñero

A pura rueda te hicieron

Desde del monte a la cocina

Rebentaste cuantas tiras

De ordinárias chinelas.

-Y dês de lejos parecias

Un rastrito de culebra-

 

 

 

 

 

 

 

 

AUTOR(ES) DA LETRA DE:

Evair Suarez Gomez
Santana do Livramento, RS

AUTOR(ES) DA MÚSICA DE:

Leonel da Silva Gomes
Santana do Livramento, RS

FICHA DE PALCO

JULIANO GOMES - CONTRABAIXO
LEONEL GOMEZ - INTÉRPRETE
ANDRÉ VENTIMIGLA - VIOLÃO
ÉRICO ROCHA - GUITARRON
IZAC MENEZES - VIOLÃO
MARCELO NUNES - ACORDEON
# 3
SAUDADE É FUNDO DE CAMPO Ritmo: TOADA

SAUDADE É FUNDO DE CAMPO

(TOADA)

SAUDADE É FUNDO DE CAMPO

 

Saudade é fundo de campo
Com espinho e japecanga
É água que não se bebe
Numa pocinha da sanga
É primavera com seca
Que não adoça as pitangas...

Saudade é fundo de campo
Cerca de arame caída
Volta maior do campeiro
Buscando uma rês perdida
Tapera ruindo ao tempo
Que desabou, esquecida...

Saudade é fundo de campo
Que só de longe se avista
É quadro num horizonte
Nos traços de algum artista
Se cruza e nunca se chega
Quase se perde de vista!!!


Saudade é fundo de campo
Pros lados do não sei onde !
E a vaca pasta a macega
Onde o terneiro se esconde
E o grito que chama o boi
Somente o vento responde...

Saudade é fundo de campo
Onde a divisa é quem manda
E a avestruz faz o ninho
Por ser tranquila estas bandas
E a solidão toma conta
Por conhecer onde anda !

Saudade é fundo de campo
Apesar da inconstância
É lugar que se vai pouco
Pela razão da distância
Embora a gente nem lembre
Sei que faz parte da estância
.

AUTOR(ES) DA LETRA DE:

PAULO HENRIQUE TEIXEIRA DE SOUZA
Lavras do Sul, RS

AUTOR(ES) DA MÚSICA DE:

CRISTIAN DUARTE CAMARGO
Pelotas, RS

FICHA DE PALCO

ROBERTO BORGES - VIOLÃO
PIRISCA GRECCO - INTÉRPRETE
ALUISIO ROCKEMBACH - ACORDEON
LUCIANO FAGUNDES - BAIXO
FERNANDO LEITZKE - PIANO
PEDRO KALTBACH - VIOLINO
# 2
NA ENCRUZILHADA Ritmo: Xote

NA ENCRUZILHADA

(Xote)

                                  Na     Encruzilhada

                                                                Xote

 

Eu vinha bem estribado

pelegão poncho emalado

Numa noite que era um breu

um palheiro chamuscando

Contra o vento fumegando

Vejam o que me aconteceu.

 

Meu gateado que era um gato

Se deu volta num buraco

E o céu troca pro chão,

Minhas esporas prateada

com as estrelas se alumiava

Junto com o palheiro meu.

 

Meu mundo trocou de ponta,

Pergunto, afinal de conta por que tinha que ser eu?

Tinham soltado um despacho,

Tinha um galo e um chibo guacho

Meu gateado se perdeu.

 

Uma champanhe importada

Pipoca doce e salgada

E velas de toda cor

Um fogaréu levantando

Meu poncho véio incendiando

Gritei por nosso Senhor .

 

Eu vinha bem estribado

Carregando meu pecado

naquela noite gelada,

E naquela encruzilhada

Depois de trocar de ponta

Foi aí que me dei conta,

Que sem Deus eu não sou nada.

AUTOR(ES) DA LETRA DE:

Volmir Coelho dos Santos
Santana do Livramento, RS

AUTOR(ES) DA MÚSICA DE:

Volmir Coelho dos Santos
Santana do Livramento, RS

FICHA DE PALCO

VOLMIR COELHO - INTERPRETE
MARCELO BASSALDUA - GAITA CROMÁTICA
MARCELO HOLMOS - CONTRABAIXO E VOCAL
VOLMIR COELHO - VIOLÃO BASE
# 1
VENENO Ritmo: ZAMBA

VENENO

(ZAMBA)

Veneno

 

Eu te levei adormecida junto ao peito,

Banhando as horas do meu mundo tão pequeno...

Cuidei teu sono, quando o sol amanhecia

E a poesia evaporava do sereno...

 

Eu soube apenas o teu nome e teu sorriso

Não mais preciso conhecer tuas verdades...

Roubei um beijo, ao cuidar teu sono lindo,

E o teu veneno foi maior que a claridade...

 

Saber do mundo é não temer a madrugada!

Serpente antiga - feiticeira dos caminhos -

Eu te levei adormecida junto ao corpo

Onde teu sono era veneno e não carinho!

 

Onde andarás? não mais pergunto ao meu silêncio.

Adormeceras noutro corpo envenenado.

Cuidar teu sono é como estar frente a um mistério, madrugada

Te ver sorrindo é como estar aprisionado!

 

Guarda o teu beijo para alguém que te mereça.

Se é que alguém, merece ter o que ofereces...

Um dia o sol vai me livrar do teu veneno

Igual sereno evaporar quando amanhece.

 

AUTOR(ES) DA LETRA DE:

lisandro amaral brião
Bagé, RS

AUTOR(ES) DA MÚSICA DE:

roberto luzardo
Piratini, RS

FICHA DE PALCO

GUSTAVO OLIVEIRA - VIOLÃO
LISANDRO AMARAL - intérprete
MIGUEL TEJERA - BAIXO ACUSTICO
FERNANDOLEITZKE - PIANO

17ª Sapecada da Serra Catarinense

# 5
RELATO DE DON RAMOS Ritmo: Chamarra

RELATO DE DON RAMOS

(Chamarra)

RELATO DE DON RAMOS

 

 

ENCILHEI O BAIO OVEIRO

QUE HÁ TEMPOS ANDAVA SOLTO,

BEM MANSARRÃO DESDE POTRO...

PINGO DA MINHA CONFIANÇA.

PRECISANDO ESTENDER A TRANÇA

E ESCORAR ALGUM TORUNO

ERA SÓ QUADRAR O CORPO,

DEIXAVA CORRER BEM SOLTO,

SE VIA O GOLPE NO FUNDO.

 

A CAMPEREADA ERA CURTA,

COMO DESSAS DE IR NA VENDA,

DESSA VEZ SEM ENCOMENDA,

ENCILHEI DO JEITO ANTIGO.

O COXONILHO ESTENDIDO,

SOBRE O ARREIO CHAPEADO,

O PINGO DE POUCA CERDA,

E EU LEMBRANDO O TEMPO MOÇO,

DE SOMBREIRO BEM TAPEADO

 

FOI QUANDO ALCEI A PERNA

E ME SENTEI NOS ARREIOS,

O MEU BAIO SEM FLOREIO,

NUMA ESCRAMUÇA POR FULA...

NUM TEMPO SECO SEM CHUVA

SE BOLEOU DE TODO CORPO,

ME APERTOU COMO UMA UVA,

FIQUEI MAL ACOMODADO,

ME CAIU POR CIMA O POTRO.

 

E NESTE GOLPE DA VIDA,

SENTI QUE O TEMPO PASSOU,

SEI QUE GURI JÁ NÃO SOU...

COMO JÁ FUI OUTRORA.

“CORPO DE GATO” AGORA

NÃO É QUALIDADE MINHA,

SÓ RESTAM BOAS MEMÓRIAS,

QUANDO “PISAVA NA OREIA”

PELA DESTREZA QUE TINHA.

 

FIQUEI NO FIO DA ADAGA,

NUM FAZ QUE VAI MAS NÃO VAI,

MAS ME APEGUEI COM DEUS PAI,

NAQUELE MOMENTO INSANO.

ME VISITARAM CAETANO,

CABELEIRA E TEIXERINHA,

TODA MANHÃ DECLAMANDO,

PRA TODOS VERSO FALANDO,

DE DENTRO DA ENFERMARIA.

 

QUIS O PATRÃO DO CÉU

QUE EU NÃO DEIXASSE ESSE PLANO,

POR SER HOMEM DE TUTANO,

TAMBÉM DE BOM CORAÇÃO.

DEIXEI FALAR A RAZÃO,

PARA CONTAR ESSA HISTÓRIA,

JÁ ESTANDO QUASE SÃO,

VOLTEI MAIS GAÚCHO AINDA,

BOMBACHA, ADAGA E ESPORA.

 

 

E FOI ASSIM DESSE JEITO

QUE O FATO “ASSUCEDEU”,

O PINGO NÁO TEVE CULPA, NEM EU,

POR TODO O ACONTECIDO.

JÁ ESTOU FORTALECIDO,

NÃO ME ENTREGO POR TÃO POUCO,

NEM ADIANTA SE QUEIXAR,

RESOLVI ME LEVANTAR,

PORQUE O FRACO NASCE MORTO!

AUTOR(ES) DA LETRA DE:

Alexandre Ramos
Lages, SC

AUTOR(ES) DA MÚSICA DE:

Alexandre Ramos
Lages, SC

FICHA DE PALCO

VITOR AMORIM - VIOLÃO
MAICON OLIVEIRA - VIOLÃO E VOCAL
RICARDO BERGHA - GUITARRON E VOZ
ALEXANDRE RAMOS - INTÉRPRETE
KIKO GOULART - VIOLÃO
PAULO ZAGO - GAITA BOTONEIRA
# 4
COCHO DE SAL Ritmo: Vaneira

COCHO DE SAL

(Vaneira)

        COCHO DE SAL

 

Um pinheiro de sessenta

No olho era bem medido

Para o cocho de comprido

Coberto para as tormentas

 

No vai e vem do machado

A cada golpe a sentença

De morrer côa diferença

De “viver” perto do gado

 

Depois do tombo no chão

Abre lastro a machadinha

Onde o facão riscou linha

Aos talhos tira o lascão

 

Caminho aberto, sem nó

Cimo aparado, na altura,

E vai ganhando fundura

De palmo e meio no enxó

 

O escoro da própria tora

Que dá base e cobertura

Quando o serrote procura

A retidão que lhe implora

 

Com telhado de tabuinha

Tá pronto o cocho do gado

Sal grosso bem espalhado

Branqueando de manhãzinha

 

A sobra dá uns cocho em pé

Uns quatro, cinco, por roda

Falquejado a mesma moda

Lá dos fundão do “Painé”

 

E dura tempo, não míngua

Um cocho de sal serrano

Onde o fundo menos plano

O gado lixa na língua!

 

Toco a tropa sem receio

Com meu saleiro tapado

E é lindo de ver o gado

Lambendo sal no rodeio!

AUTOR(ES) DA LETRA DE:

Ramiro Amorim
Lages, SC

AUTOR(ES) DA MÚSICA DE:

Alberto Ventura Neto
Lages, SC

FICHA DE PALCO

FABRICIO ALMEIDA COSTA - PANDEIRO
ALBERTO VENTURA NETO - INTÉRPRETE
JOSÉ MUNIZ ZEZINHO - GAITA
ADILSON OLIVEIRA - CONTRABAIXO
RICARDO OLIVEIRA - VIOLÃO
ANDERSON OLIVEIRA - VIOLÃO
# 3
MOÇA Ritmo: MILONGA/MALAMBO

MOÇA

(MILONGA/MALAMBO)

MOÇA

 

Moça, eu já fui potro atado

 no galpão do esquecimento.

 Hoje ando de clina esfiapada

pra onde sopra algum vento.

 

Moça, eu te faço um pedido:

Pra um mate aqui eu te espero,

pra ver o sol do teu sorriso

quando a cuia te entrego.

 

Quero-quero cuida o campo.

Carancho cuida no ar.

Eu cuido lá da cancela

esperando a moça chegar.

 

Teu silêncio é campo aberto

 semeando meias verdades.

Palavras são frutos verdes

amadurando das saudades.

 

Do meu coração vaqueano,

 cansado de idas e vindas,

fiz vaso de coisas boas

 pra dar-te as flores mais lindas.

 Teus olhos são meus estrivos

 e o teu silencio me acalma.

Com minha alma, teus olhinhos!

Com gana amo tua alma!

 

Na aba do meu chapéu,

muita chuva ha de correr.

Serão todas minhas penas

caindo por não te ver.

 

Das penas que eu guardei,

 umas são pedras nas mãos...

Outras são punhais afiados...

São de cortar um coração!

 

 Teu corpo, doce menina,

 branco feito o algodão,

igual a beleza das nuvens

passeando pelo rincão.

 

Cada abraço: um paraíso.

Cada beijo acende uma estrela.

Morro um pouco cada vez

 nas noites que não posso vê-la.

AUTOR(ES) DA LETRA DE:

KIKO GOULART
Lages, SC

AUTOR(ES) DA MÚSICA DE:

KIKO GOULART
Lages, SC

FICHA DE PALCO

QUARTETO CORAÇÃO DE POTRO - INTÉRPRETE
VITOR AMORIM - GUITARRA
RICARDO BERGHA - GUITARRON E VOZ
MAICON OLIVEIRA - GUITARRA
KIKO GOULART - GUITARRA E VOZ
# 2
BOLADA Ritmo: Rasguido doble

BOLADA

(Rasguido doble)

 “BOLADA”                                                          Rritmo: Rasguido-doble

 

Pra o laço estendido e de tiro certeiro.

Se apartou da manada um rosilho e o oveiro

-O rosilho assustado, o oveiro de lombo arqueado-

"garrou" pra o meu lado prenunciando o pealo.

 

Pedi a bolada, boleando a armada com altivez e destreza.

Grita o patrão pra livrar o tirão, mas o boléu é por natureza.

 

Mirei garroneado com a sorte ao costado, pra o batismo do tirador

Que benzido se tapou e pelas mãos se quedou na cama de um pealador.

 

Cogote pra baixo encrespando o pelo,

O potro oveiro deitou qual um facho,

E do cimbronaço, não mais se esquece

Vai quedar em prece até  frouxa o laço.

 

Um metro de polvadera na linda cena

Do oveiro estendido, maneia o malino

Faz conhece cordas. - benditas sogas-

Do campo pra doma, certo destino...

 

 

 

AUTOR(ES) DA LETRA DE:

renan netto
Painel, SC

AUTOR(ES) DA MÚSICA DE:

Renan netto
Painel, SC

FICHA DE PALCO

JOÃO GABRIEL ROSA - VIOLÃO
EVERTON LOURENÇO - GUITARRON
RODRIGO VELHO - PERCUSSÃO
RENAN NETTO - CORDEONA
ALEX BIANCHINI - CORDEONA
ARTHUR MATTOS - INTÉRPRETE
# 1
NO MEU PAÍS Ritmo: Milonga

NO MEU PAÍS

(Milonga)

No Meu País

 

Andei desacreditado

Sem eira nem beira

Desconfiado de tudo

 

Porém não via maneira

Por tanta sujeira

Deste mundo tão sujo

 

Os fuleiros me enchem

Com suas falsas promessas

E fugaz sobre tudo

mas eu pesso ao bom Deus

que nunca me esqueceu

que vigia este mundo

 

Pego o meu coração

E vou lá pro galpão

Cuidar dos meus assuntos

Pego minha guitarra

Pelo meu povo fala

Aos  malfeitores do mundo.

 

Andei desacreditado

Sem eira nem beira

Desconfiado de tudo

 

Porém não via maneira

Por tanta sujeira

Deste mundo tão sujo

 

Os fuleiros me enchem

Com suas falsas promessas

E fugaz sobre tudo

mas eu pesso ao bom Deus

que nunca me esqueceu

que vigia este mundo

Pego o meu coração

E vou lá pro galpão

Cuidar dos meus assuntos

Pego minha guitarra

Pelo meu povo fala

Aos  malfeitores do mundo.

 

 

 

AUTOR(ES) DA LETRA DE:

INDIO RIBEIRO
Lages, SC

AUTOR(ES) DA MÚSICA DE:

INDIO RIBEIRO
Lages, SC

FICHA DE PALCO

CONRAD NETO - VIOLÃO
DANIEL PAKRI SÁ DE LIZ - INTÉRPRETE
INDIO RIBEIRO - VIOLÃO E VOZ
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